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Bicho do Mês

 
 

2004   2006   2008
 
mai
bugio-ruivo   jan pato-do-mato   jan seriema
 
jun
tucanuçu   fev sabiá-cica   fev tucano-de-peito-branco
 
jul
onça-pintada   mar guarajuba   mar ema
 
ago
lontra   abr veado-virá   abr tucano-de-bico-verde
 
set
anta   jul leão   mai cisne-de-pescoço-preto
 
out
urubu-rei   ago hipopótamo   jun caturrita
 
nov
papagaio-charão   set leopardo   ago marreca
 
dez
jaguatirica   out porco-espinho   set arara-azul-e-amarela
        nov rinoceronte-branco    
 
2005   dez zebra     2009
 
jan
tamanduá-bandeira         mar cisne-branco
 
fev
gavião-real   2007   abr tucanuçu
 
mar
araponga   jan avestruz   mai macaco-aranha
 
abr
puma   fev chimpanzé      
 
mai
bugio-preto   mar mandril      
 
jun
quati   abr javali      
 
jul
tamanduá-mirim   mai cervo-vermelho      
 
ago
águia-chilena   jun girafa      
  set papagaio-chauá   out flamingo      
  out arara-azul   nov papagaio-verdadeiro      
  nov cateto   dez gralha      
  dez papagaio-peito-roxo            
             

 


bugio-ruivo

Os animais da fauna nativa, na sua maioria, são pouco conhecidos e os visitantes do Parque Zoológico, via de regra, têm o hábito de procurar a girafa, o elefante, os tigres ou leões. Divulgar as espécies nativas é, pois, muito importante, já que conhecendo melhor as espécies, as pessoas terão mais consciência para protegê-las. A HORA do BICHO é um projeto desenvolvido pelo Centro de Educação Ambiental do Zôo, que visa proporcionar o conhecimento das espécies nativas ameaçadas de extinção.O projeto será desenvolvido de maio de 2004 a abril de 2005, divulgando, a cada mês, uma das espécies da fauna nativa ameaçada.

Foram selecionados os seguintes animais para este período:

maio (bugio-ruivo) , junho (tucanuçu) , julho (onça-pintada) , agosto (lontra) , setembro (anta) , outubro (urubu-rei) , novembro (papagaio-charão) , dezembro (jaguatirica) , janeiro (tamanduá-bandeira) , fevereiro (gavião-real) , março (araponga) e abril (puma) .

Este projeto estará apoiando a campanha de coleta seletiva de lixo "Cada macaco no seu galho, cada lixo no seu cesto", através da distribuição de sacolas, bótons e folhetos explicativos

Na Natureza
No Rio Grande do Sul ocorrem duas espécies de bugios: o bugio-ruivo (Alouatta guariba), que ocorre nas matas de enconsta de morro e restingas da Mata Atlântica e nas matas com Araucária e o bugio-preto (Alouatta caraya), que ocorre nas matas ciliares da região oeste do Estado. Vivem em grupos de seis a oito indivíduos, sendo um macho adulto, duas a três fêmeas e seus filhotes. Alimentam-se de folhas, frutos e flores e auxiliam na dispersão das sementes pelas matas, favorecendo a diversidade vegetal.

No Zôo
Animal símbolo do Parque, o bugio ocupa um recinto amplo, com bastante vegetação, o que, aliado à boa alimentação, já proporcionou o nascimento de filhotes.

A Extinção
Encontram-se ameaçados de extinção devido à caça, destruição das matas e pela proximidade com a população humana (atropelamentos, ataques de cachorros e choques em fios elétricos). Segundo o Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul (2003), o bugio - ruivo consta na categoria ameaçada vulnerável.

Fonte:
Coordenadoria de Comunicação Social
Fundação Zoobotânica do RS
(0xx51) 3336-3281

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
     
   
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