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05/08/05 - Oficina para Apresentação e Discussão de Proposta de Macrozoneamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul

 

Contextualização
Objetivo
Metodologia
Justificativa da Metodologia Adotada
Objetivo da Oficina
Continuidade do Trabalho
Mapas
Grupo de Trabalho


Contextualização

A Oficina para Apresentação e Discussão da Proposta de Macrozoneamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul constitui uma das etapas para a elaboração do Zoneamento Ambiental para a Atividade de Silvicultura no Rio Grande do Sul. Através da Portaria 048 de 21 de setembro de 2004 da Secretaria Estadual de Meio Ambiente - SEMA , foi criado um grupo de trabalho composto por técnicos da FEPAM, FZB e DEFAP, tendo por motivação a recente tendência de expansão do setor silvicultural no Estado, impulsionado por programas de fomento e implantação de novas empresas. A criação deste grupo justificou-se diante do potencial de impacto ambiental do plantio extensivo de florestas exóticas e da obrigatoriedade do licenciamento ambiental da atividade estabelecida pela Resolução CONAMA 237/97 . O Grupo vem trabalhando no sentido de estabelecer diretrizes para o licenciamento da atividade no Estado, tendo definido o zoneamento ambiental como o instrumento de gestão mais adequado a este propósito.

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Objetivo

Elaborar um instrumento de gestão que possibilite a análise em macro-escala da inserção da silvicultura nos ambientes naturais do Estado do Rio Grande do Sul e de suas inter-relações com aspectos socioeconômicos.

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Metodologia (ETAPA 1)

O Grupo de Trabalho definiu como primeira etapa do trabalho (ETAPA 1) a elaboração de um Macrozoneamento Ambiental do Rio Grande do Sul, com a setorização do território estadual em unidades de paisagem com características naturais semelhantes que possam ser utilizadas como unidades de gestão ambiental. As unidades de paisagem natural foram definidas através do cruzamento manual e automático das bases digitais de geomorfologia, vegetação, solo (IBGE) e altimetria, previamente simplificadas e na escala 1:250.000, tendo como ferramentas e critérios auxiliares a base digital de uso do solo, o mosaico de imagens LANDSAT do Rio Grande do Sul e o conhecimento de campo dos técnicos envolvidos. É expectativa do Grupo que o resultado desta primeira etapa do trabalho, além de imprescindível ao zoneamento ambiental para a atividade de silvicultura, sirva também como subsídio para o estabelecimento de diretrizes ao licenciamento e planejamento de outras atividades no Estado e, possivelmente, para direcionar estratégias de pesquisa e conservação através da avaliação da representatividade de hábitats e de lacunas de informação.

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Justificativa da Metodologia Adotada

A metodologia adotada, com elaboração de um macrozoneamento ambiental prévio que permita uma avaliação individual de unidades de paisagem homogêneas de acordo com suas potencialidades e vulnerabilidades para a atividade de silvicultura, justifica-se considerando que a natureza e magnitude dos impactos potenciais das atividades de silvicultura dependem da região em que se inserem e do ecossistema e das respectivas espécies afetadas; que os fatores de restrição locais (APPs, UCs, etc), definidos pela legislação ambiental, não permitem considerar as particularidades regionais nos processos de licenciamento e planejamento; que é preciso assegurar a representatividade das diferentes paisagens, ecossistemas e hábitats especiais em áreas não transformadas pelo uso antrópico; que é muito difícil avaliar o efeito cumulativo de atividades extensivas sem uma setorização do território em unidades homogêneas de paisagem, e que a definição de diretrizes de uso e restrições aplicáveis a regiões homogêneas como um todo facilita e agiliza a avaliação de impactos e a tomada de decisões em processos de licenciamento e planejamento de atividades extensivas.

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Objetivo da Oficina

A oficina terá caráter consultivo e visa submeter a proposta de Macrozoneamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul (ETAPA 1) à análise dos pesquisadores convidados, para que possa ser aprimorada durante o evento e resulte em um produto de consenso cujo uso seja maximizado e tenha o respaldo da comunidade científica.

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Continuidade do Trabalho

A etapa seguinte (ETAPA 2) consistirá na caracterização ambiental e socioeconômica de cada unidade de paisagem natural através da incorporação de atributos como ocorrência e distribuição potencial de espécies da flora e fauna ameaçadas de extinção, existência de unidades de conservação e suas respectivas áreas de amortecimento, grau de antropização da unidade (uso atual da terra), percentual da unidade já utilizado para silvicultura, potencial de favorecimento à expansão de espécies exóticas, disponibilidade de recursos hídricos, presença de formações e hábitats de relevante interesse ambiental, localização de corredores biológicos, áreas de importância paleontológica e áreas com potencial de turismo ecológico e rural, localização de pólos madeireiros, etc. O conjunto dos atributos de cada unidade de paisagem permitirá definir diretrizes e restrições específicas para a implantação de projetos de florestamento/reflorestamento. Está prevista, ainda, a realização de uma segunda oficina de discussão, em outubro de 2005, que terá por objetivo discutir com os diversos segmentos interessados da sociedade as diretrizes e restrições para a atividade de silvicultura definidas para cada unidade de paisagem (ETAPA 2).

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Mapas

1 - Vegetação (2.65 MB)

2 - Geomorfologia (2.51 MB)

3 - Altimetria (203 KB)

4 - Cruzamento automático (Vegetação X Geomorfologia) (2.26 MB)

5 - Unidades de paisagem natural (3.08 MB)

6 - Geomorfologia-Simplificado (713 KB)

7 - Solos-Simplificado (1.92 MB)

8 - Unidades de paisagem natural + Mosaico de imagens de satélite Landsat 7.0 (1.39 MB)

9 - Unidades de paisagem natural + Municípios (4.24 MB)

10 - Vegetação-Simplificado
(1.44 MB)

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Grupo de Trabalho e Contatos

FEPAM

Silvia Mara Pagel, Juarez Jeffman, Nina Rosa Lages Costa, Lilian Waquil Ferraro, Eduardo Osório Stumpf e Maria Conceição M. Anghinoni

e-mails silviamp@fepam.rs.gov.br e ninarlc@fepam.rs.gov.br

Fones (51) 3212-4493 e 3225-1588 ramais 222 ou 230

FZB

Ricardo Aranha Ramos, Márcia Maria de Assis Jardim, Glayson Ariel Bencke e Arlete Pasqualetto

e-mails raramos@fzb.rs.gov.br e masto@fzb.rs.gov.br

Fones (51) 3320-2059 e 3320-2056

DEFAP

Lúcia Becker Dilélio, Maria Cristina Flora Souza, Aílton Mandião de Mello e Athia Maria Oliveira

e-mail dlf-defap@sema.rs.gov.br

Fones (51) 3288-8139 e 3288-8138

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