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23/04/07 - Mudanças climáticas em discussão
Aconteceu, no dia 19 de abril, em área do Jardim Botânico de Porto Alegre o Forum Aquecendo a Consciência Ecológica no Rio Grande do Sul, numa iniciativa do Deputado Estadual Paulo Borges. Participaram deste encontro representantes da FZB, FEPAGRO, FEPAM, CORSAN, EMATER, CEEE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), Centro de Ciências Naturais e Exatas(CCNE/UFSM), Centro de Pesquisas Meteorológicas (UFPEL) , Núcleo de Pesquisas Antárticas e Climáticas ( NUPAC/UFRGS) Centro Estadual de P esquisas em Sensoriamento Remoto e M eteorologia(CEPSRM), Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), Grupo de Pesquisas Agrometeorologia ( UFRGS). Este primeiro encontro teve como foco principal implementar um instrumento - uma proposta de trabalho questionadora e instigaste - com o propósito de solucionar os impactos do aquecimento global no RS, e, particularmente, no litoral norte gaúcho. O evento contou com a presença do Presidente da Fundação Zoobotânica do RS, Luiz Gheller, do Diretor Executivo do Jardim Botânico, Hélio Oliveira, e a representante da FZB no Fórum, bióloga Luiza Chomenko.
Fotos: Luiza Chomenko e Daiane Bado.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social/FZB-RS
O Rio Grande do Sul e as Mudanças Climáticas Globais
Segundo o Núcleo de Pesquisas Antárticas e Climáticas (NUPAC) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Estado não possui um sistema integrado e bem estruturado para acompanhamento climatológico. Além disso, muitos dos estudos do clima gaúcho foram realizados décadas atrás, e conseqüentemente, necessitam de urgente revisão e atualização. Ao longo dos últimos anos, o tema Aquecimento Global vem ganhando espaço em todo o mundo. Governos e mídia estão discutindo as mudanças climáticas globais posicionados na ação de debater e buscar soluções. Em todas as iniciativas, a NUPAC percebe uma tímida participação gaúcha, seja do ponto de vista governamental, empresarial e até mesmo da comunidade científica. Portanto, torna-se imprescindível que o Estado do Rio Grande do Sul se prepare para atender e gerar ações às prováveis modificações no seu meio ambiente, no desenvolvimento econômico e social. Isso apenas será possível por meio da discussão e atualização do conhecimento entre entidades especializadas nos mais variados aspectos sobre o clima gaúcho e sua variabilidade natural, seguida de estudos e avaliações de seu impacto. Faz-se necessário um debate árduo, consistente, no qual se discuta e proponha planos de ação em oníssono com a comunidade científica, instituições públicas e privadas, bem como entidades representativas da sociedade civil. (Fonte: Gabinete Deputado Paulo Borges)
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